foradocasulo

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ADRI dri DRIKA

Modelo 3.5 totalmente flex, mãe de primeira viagem, profissional dedicada e esposa feliz com suas escolhas. Formada em Jornalismo e Administração de Empresas. Amo meu trabalho, amo escrever, amo viajar, amo curtir a vida, amo fazer compras, amo falar bobagens com as amigas, amo comer (principalmente doces), amo minha vida, e acima de tudo, amo filhote e maridão!!!

O Blog

Se vocês fizeram a pergunta do porquê o nome do blog ser Fora do Casulo, eu explico. Antes de ter filhos nós temos um idéia completamente diferente de nós mesmas como mães. Criticamos algumas dizendo: se fosse meu filho eu não faria assim. Comigo não foi diferente disso. Mas o que me espantou mesmo foram as minhas neuras em sair de casa com meu filhote. No primeiros três meses eu não saía para nada, quer dizer, só para ir à pediatra, para dar vacinas e para visitar o vovô. Primeiro pelo medo do menino pegar alguma doença contagiosa, de uma simples gripe (ele nasceu no inverno) até uma coisa mais grave como meningite. Como ele não estava com todas as vacinas possíveis e inimagináveis tomadas, esperei ele completar o ciclo principal de imunizações para me sentir mais segura. Depois, o problema foi outro. Maridão voltou a trabalhar e eu teria que sair sozinha com o filhote. Isso quer dizer sair com um bebê, carrinho, bebê conforto, mala com tudo que ele pudesse precisar, lidar sozinha com imprevistos, e só de pensar nisso eu ficava com medo….era muito mais cômodo ficar em casa. E assim o tempo foi passando e quando percebi minha licença maternidade já estava no fim.

Pois bem, depois de voltar a trabalhar fui melhorando essas neuras e até me arriscava sair mais com ele, mas sair a noite, nem pensar. O Enzo é daquele que vai dormir as 7 da noite e as 6 da manhã já está de pé, então sair com ele a noite seria muita judiação. Bom, mais um tempo se passou e em uma troca de emails com uma de minhas irmãs, ela me disse que não saía muito com seu filho, de quase 2 anos, porque para ele isso não era tão relevante. Pra ela as crianças se importam em ter um espaço para brincar (pode ser em casa mesmo) e que passeios fora deste mundinho não fariam diferença já que eles não se lembrariam no futuro mesmo. Achei um despropósito ouvir isso e parando para pensar melhor, vi que eu estava agindo assim. Não por acreditar que meu filho não precisasse, meu motivo era pior…por comodismo!!!!

Foi aí que resolvi mudar o rumo das coisas e levá-lo mais a passeios onde ele tivesse estímulos, onde pudesse se desenvolver e se divertir. Se ele vai se lembrar no futuro, talvez não conscientemente. Mas sabemos bem que quanto mais estímulo uma criança tem, melhor para ela no futuro. Foi neste momento que resolvi tirar meu filhote do casulo e mostrar o que o mundo tem de divertido, sem complicações! E para não deixar tudo isso se perder, resolvi escrever sobre essas aventuras, uma maneira de tornar isso eterno para nós.


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