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Vale do Sol, Serra Negra

Continuando com o projeto fora do casulo, neste último feriado resolvemos viajar para um hotel com bastante espaço externo e onde o Enzo pudesse curtir bastante, mesmo não estando aquele super calor de verão que gostamos. Lembrei de quando era adolescente, que viajava com minha família e reservei um chalé no Vale do Sol, em Serra Negra. O valor do pacote para nós três estava bem atrativo, além do fato de ficar a uma hora e pouquinho daqui. Viagem rápida era tudo que eu queria no momento.

Como Maridão e eu não gostamos de fazer as coisas na correria, afinal, a viagem é para descanso e não para encararmos como mais uma obrigação, deixamos para arrumar tudo na quinta pela manhã e partimos logo depois do almoço (quer dizer, bem depois do almoço..rs). A viagem foi tranquila, com filhote dormindo quase todo o trajeto. Eu nem precisei tomar dramin, olha a evolução! Chegamos por volta das 5 da tarde e logo na entrada Enzito pediu para irmos ao campo de futebol. Fizemos o check in e logo partimos para um dos campos e lá ficamos brincando até escurecer.

Na primeira noite ali me deu um certo arrependimento, pois o chalé é mega simples, o chuveiro, com pouca água, não esquentava da maneira como eu preciso e, para finalizar, o jantar era bem basicão, comida simples, que toda criança come, mas sem nem um tiquinho de glamour que eu esperava. Enfim, comemos e seguimos para um espaço Kids bem legal para os pequenos. O dia seguinte não começou muito bem pro nosso lado também, já que o café se encerra as 9h30 e fomos em um horário que todos resolveram ir, então ficou meio muvucado e, de novo, café basicão sem muito luxo.

Mas resolvi relaxar pois o lugar é enorme e cheio de atividades para os pequenos. Como nosso plano era fazer uma viagem para relaxar e para que Enzito pudesse se divertir muiiiito, foi isso que fizemos. E neste quesito não tenho do que reclamar, filhote se divertiu na cidade das crianças, na cidade dos gigantes, com os tios da recreação (não desgrudamos dele apesar de ter recreação a partir de 3 anos), no espaço Kids, na torre do sol, etc. Ficou tão cansado, mas tão cansado que a noite nem se aguentava de pé. Dormiu cedo e nós também.

No sábado fomos dar um passeio no centro de Serra Negra e enquanto mamãe olhava as lojinhas, filhote e Maridão foram dar uma volta de Jardineira pela cidade. Eles acabaram o passeio e fomos direto para o almoço do hotel. A tarde foi toda dedicada ao Enzo e suas brincadeiras. E no domingo, mais um pouquinho de futebol e área!!! Nem almoçamos por lá, deixamos para almoçar aqui em casa, uma comidinha de um restaurante italiano que fica aqui perto e pelo menos fiquei mais feliz!!! ´(eu e minhas gordices). A ideia inicial era almoçar na cidade, no Duo Fratelli, mas saímos cedo e não quisemos esperar.

Todas as noites tem um ou dois personagens na entrada do restaurante para fotos com a criançada e por não como os adultos também. Mas Enzito ficou com medo de todos eles e não tirou nenhuma. No sábado a noite teve festa junina e todas as noites tem algo diferente como cinema, bingo, brincadeiras, etc. Outra atividade que brilhou os olhos de filhote foi a piscina aquecida, são 3 cobertas. Posso dizer que esta viagem foi totalmente dedicada ao meu pequeno príncipe e se o objetivo for relaxar, ficar em um local com bastante ar puro, verde e atividades para crianças, eu recomendo. Mas se você busca um pouquinho de glamour, não vá.

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Feriadão no Vale Suiço em MG

Em outubro um casal de amigos e nós estávamos buscando um lugar legal para passarmos o feriado de 15 de novembro. Eis que questionei outro casal de amigos, os padrinhos do Enzo, que estavam indo para Itapeva-MG, para um resort chamado Vale Suiço, que apesar de existir há mais de 20 anos eu nunca havia ouvido sobre ele. Demos uma olhada no site, gostamos e fechamos também. Tudo certo para irmos no dia 14 no final do dia e voltarmos no domingo após o almoço, previsão do tempo boa e compania melhor ainda, 4 casais (contando conosco) com filhos entre 1 e 3 anos, total de 6 crianças. Diversão garantida!!!

Chegamos todos no dia 14 a noite e tudo correu razoavelmente bem, não fosse pela notícia da morte da minha avó materna na sexta e que não fomos ao velório por estarmos muito longe e por ser muito sacrificante para o Enzo fazer o bate e volta de aproximadamente 14 horas no total, sem considerar paradinhas no meio do percurso. E também pela faringite/laringite que o pegou na própria sexta. Sábado ficamos de molho no quarto porque filhote só queria dormir, teve febre e não tinha forças para quase nada. Domingo viemos embora logo após o café da manhã. Tirando isso, percebemos que viajar com casais com outras crianças tem suas vantagens e desvantagens. Os nossos horários não batiam muito bem (despertar, soninho durante o dia, etc) ocasionando um certo desencontro e pouco tempo realmente juntos. Mas o tempo que conseguimos ficar juntos foi muito bom!

Falando um pouco do lugar…o resort é um hotel fazenda que fica nas montanhas, portanto por mais calor que faça, há sempre um vento gelado que não pode ser ignorado para as crianças menores (nosso primeiro erro nos cuidados com o filhote). A estrutura de lazer é boa, umas das melhores que já conheci; mini fazenda com cavalos, ovelha, cabras, etc para as crianças alimentarem, passeios a cavalo, lago com pedalinho, piscinas ao ar livre e cobertas e algumas delas aquecidas, sauna, discoteca, spa, uma brinquedoteca bem pensada e grande o suficiente para todos os hóspedes curtirem, de todas as idades e uma equipe de monitores bem animada cobrindo também toda faixa etária. Ah, para os esportistas tem também uma pista de corrida em volta do lago, uma parede de escalada e tirolesa, além da academia com vista para o parque aquático.

O resort conta com mais de um restaurante, mas só um estava aberto neste feriado. Os pratos são variados e muito saborosos. Para as crianças, um espaço reservado com comidinhas menos condimentadas e mesas para as refeições junto aos monitores infantis. A parte do menu kids abre 30 minutos antes do restaurante principal para os demais hóspedes. Há também copas espalhadas pelo hotel com microondas, fogão, liquidificador e geladeira com algumas frutas e leite comum, para os casais com filhos pequenos não passarem por apuros. Bar na piscina com porções variadas e bebidas, completam o serviço. Um destaque para a simpatia de todos os funcionários, mas uma falha que não posso deixar de mencionar. Na reserva pedi um berço no quarto, no check in reforcei o pedido e quando cheguei ao quarto, nada de berço. Liguei para recepção e pedi novamente… estou esperando até hoje! Por sorte a cama é bem grande e nós tínhamos levado nosso berço camping, já que o resort fica há 1 hora de São Paulo e fomos de carro. Portanto não me estressei.

O esquema é pensão completa e nem deu para sentir fome nos intervalos. Não se cobra rolha para usar o frigobar e o preço das bebidas não é nenhum absurdo, é caro, mas dentro dos padrões de alguns restaurantes de Jundiaí e São Paulo. O serviço de fotógrafos é um pouco carinho, R$ 10,00 cada foto avulsa e R$ 150,00 o CD com todas as fotos tiradas. Usei o spa para fazer as unhas da mão e pé e não gostei nada, paguei o dobro do preço e o serviço não foi nem metade da qualidade que estou acostumada, quanto as massagens não posso dizer nada, já que não fiz. Mas precisei de remédio para o Enzo e eles tem o serviço de entrega, com preço bem próximo dos praticados aqui. Há também uma lojinha com um pouquinho de tudo, biquinis, bóias, bolas, revistas, etc. Alguns itens com preço compatível e outros bem carinhos, tipo uma pasta de dente comum, R$ 10,00.

Os quartos são bem confortáveis, com uma cama de casal (acho que o tamanho é queen) e uma de solteiro, TV de LCD, ar condicinado e hidromassagem. Enzito adorou nadar na banheira todos os dias e era um chororô para sair do banho. Depois coloco uma foto dele na banheira cheia de espuma e mais algumas do hotel. Para as famílias maiores há alguns chalés bem legais também. Uma informação importante, as mesas são numeradas e depois de todos os hóspedes instalados, fica bem difícil trocar, portanto, ser for com mais casais, avise para deixá-los juntos, senão correm o risco de fazerem as refeiçõe separados.

Bom, acho que já disse tudo. As fotinhos vem depois. Fica a dica para viagem com crianças então: Vale Suíço Resort

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Viagens: Pequenas Dicas

Quando comecei este blog a intenção era falar das nossas escapadas da rotina com o pequeno, mas o tempo foi passando, outros temas foram surgindo e quase não escrevi sobre nossas aventuras, que confesso, não tem sido tantas assim. Mas tivemos um excelente carnaval, com direito a matinês, fantasias e tudo. Levamos Jacarezinho para o clube e quase morremos de preocupação ao vê-lo brincar de tomar água da piscina. Enfim, essas atividades de final de semana foram passando e nem escrevi sobre elas. Agora já esfriou, o texto perdeu a validade. Mas prometo escrever as próximas escapadinhas, ok?!

Claro que a intenção não é só falar em viagens, mas qualquer tipo de atividade. Mas viajar é tudo de bom e por isso hoje resolvi escrever a respeito. Ando com “ciricutico” de viajar mais e andei pesquisando alguns hotéis fazenda. Maridão e eu sempre queremos praia e praia e, de preferência, nordeste. Mas quero fazer coisas diferentes e me lembrei do quanto era legal quando eu era criança e ia com meu pai, esposa dele e irmãs para hotéis no interior. Lembrei-me das nossas viagens ano passo com o Enzito e resolvi refrescar as dicas.

Primeiro é preciso definir o local e, se você vai com um bebê, deve levar em consideração a rotina do pequeno. Uma coisa é certa, se você fugir muito dela o resultado será muito choro e estresse para todos. Portanto, certifique-se de que seu destino atende as necessidades do filhote e as suas, para não se arrepender de ter saído do conforto do seu lar. Procure saber sobre o clima, segurança e facilidades.

Segundo passo, pense no trajeto. Vai de avião, de carro, de ônibus, de cipó? E, seja lá qual for o método, pense em deixar tudo confortável e a mão. Nem sempre as viagens de avião são a melhor escolha, pois podem ser mais curtas, mas tem todo o trâmite e burocracia do aeroporto, e, no fim, acabam sendo mais demoradas e estressantes. Se for de carro, procure fazer umas paradas estratégicas para trocar a fralda, dar um suco, um alimento e se mexer um pouco. Essa é uma das grandes vantagens de ir de carro.

E terceiro passo, faça uma lista do que levar na mala. Pense nos dias e no clima do local. Eu normalmente faço uma agendinha com todos os dias da viagem e as roupas que vamos usar, ou que o Enzo vai usar de manhã e depois do banho. Depois acrescento mais umas trocas de garantia, pijamas (leve mais de um, pois pode vazar xixi e te pegar de surpresa), sapatos, chinelos. Enfim, imagine o dia do seu filho e o que ele usa normalmente, multiplicando pela quantidade de dias. Quem tem o hábito de levar os pequenos para a escolinha já tem uma certa prática nisso. Não se esqueça do kit farmácia prescrito pela Dra. Pediatra também.

Esteja preparada para mudanças climáticas, leve brinquedinhos para distraí-lo no trajeto, no jantar do hotel, se chover, enfim, uma mãe precavida e organizada não passa aperto. Outra dica importante é levar uma malinha de mão com umas duas trocas de roupa, kit higiene e afins. Se seu filho se sujar (como o meu que vomitou na ida para Monte Verde), você resolve o problema rapidinho, sem ter que abrir porta-malas e ficar procurando o que precisa. E tenha uma coisa em mente, a viagem não será como antes, sua vida mudou agora. O bem estar do seu filho deve ser prioridade. 😉

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Escapadinha do Casulo: Juquehy

Maridão e eu conseguimos uma semaninha de férias agora em janeiro e resolvemos descer para praia, viagem simples, rápida e de carro. Depois de algumas pesquisas com colegas “praieiros”, decidimos conhecer Juquehy, litoral norte de São Paulo. Escolhi pela internet uma pousada perto da praia e que aceitasse criança. Para minha surpresa há muitas pousadas que não aceitam menores de 12 anos por lá.

Esqueci de checar o principal antes de fazer a reserva, como estaria o clima por lá no período. Fiz a reserva de terça a sábado, porém terça amanheceu com uma chuva chata e ao checar a previsão na internet notei que choveria quarta o dia todo também. Ficar trancados em uma pousada com um menino de 1 ano e meio sem ter o que fazer é muito chato. Portanto resolvemos ficar em casa e só descer na quarta a tarde. Perdemos uma diária mas ganhamos em conforto e sossego. Não me arrependo dessa decisão, pois os outros dias foram de sol e pudemos curtir a praia.

A praia de Juquehy é extensa, calma e limpa (vimos até peixinhos por lá). Não estava “muvucada” e todos os hotéis e pousadas prestam serviço com cadeiras, guarda-sol e pessoas para montá-los e desmontá-los para você. Preocupação zero neste quesito. O único ponto negativo para casais com crianças pequenas é que não há estrutura com banheiro, ducha de água doce, quiosques, etc…tudo por questões ambientais. Portanto, é preciso levar uma frasqueira com bebidinhas, comidinhas e água para tirar a aréia e sal dos pequenos. Senão, é irritação na certa.

A cidadezinha é bem servida de serviços aos turistas. Na rua da praia (onde ficamos) tem tudo que você precisa: farmácia, mercadinhos, restaurantes e até um mini shopping. Os preços são um pouco salgados, mas vale a pena. Na primeira noite jantamos no Pascoal, restaurante local indicado pela recepcionista da Pousada. Ambiente simples mas com  comida deliciosa. No dia seguinte fomos ao Varandão, Enzito se esbaldou com o bolinho de bacalhau e moqueca capixaba.

E na sexta o ponto alto foi o Bistrô, restaurante todo aberto, com dois pés de Jaca no meio que dão um charme especial e com espaço kids. Filhote brincou enquanto esperamos pela comida e comeu – acreditem – risoto de rúcula com peixe e funghi. Descobrimos nesta viagem algo muito importante, nunca pedir suco antes de chegar a comida. Normalmente ele bebe todo o suco e depois não quer comer. Com este detalhe simples não tivemos o menor problema para ele comer durante esta viagem.

Nesta viagem não tivemos problemas com a alimentação do pequeno, porém ele estrava estranhamente manhoso, chorando a toa e não temos certeza se o problema era o incômodo com a areia da praia e calor. Na Bahia, ele não comeu bem porém ficou animado e sem manhas, mas ficamos mais na piscina do hotel do que na praia. Em uma próxima viagem para a praia tiraremos esse dúvida, se foi um caso pontual ou se ele se irritou com a praia em si. Se bem que ultimamente ele anda pedindo muito colo, manhoso que só. Será que está entrando em uma nova fase? O tempo dirá.

Juquehy

Que venham mais passeios, viagens e diversão em 2012!

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Saindo do Casulo: Bahia – Parte III – Fotos

Bom, hoje postarei algumas fotos da nossa última viagem e digo que já estamos pesquisando a próxima. Provavelmente só dê para ir mês que vem, esse mês nossa agenda de finais de semana está lotada com alguns aniversários. E dessa vez iremos para alguma praia aqui por perto mesmo. Mas isso fica para outro post. Vamos às fotos…

Foi assim, como ver o mar, a primeira vez....

No primeiro dia não fomos direto para a areia, mas levamos filhote para ver o mar. Olha só a carinha dele, vidrado. Mancada não ter ido direto pisar na água e pedir a benção de Yemanjá. Não faço mais dessas, I promess! E o detalhe da roupitcha que a Dany trouxe lá do Caribe pra ele tirar onda.

Praia do hotel

A praia é praticamente deserta, mas as ondas muito fortes para entrar com o Enzo, só deu para molhar os pézinhos mesmo.

Piscina do hotel

 

Filhote AMOU a piscina, que para ele se chama água. Em breve começo a procurar aulas de natação para meu Jacaré.

Jacaré de Jacaré

E pra quem duvidava que eu iria encontrar uma sunga e roupão de Jacaré, aí está…e que venha a próxima viagem!!!!

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Saindo do Casulo: Bahia – Parte II

(…) Voltando ao segundo dia, acordamos cedo, como sempre, e o sol estava lindo, brilhante e convidativo a um dia inteiro na piscina ou na praia. A piscina do resort era bem grande, com dois pontos ótimos para crianças. O café da manhã, como em quase todos os hotéis, era divino, com diversos pães, sucos, estação de ovos e tapioca. Enzito tomou o leitinho básico, comeu uma broa de milho, uns pedaços de pão e uns golinhos de suco de melância. Ufa, ele estava comendo!

Fomos para a piscina e claro, ele quis ir direto para a água (palavra mais falada por ele a viagem toda). Quando percebemos que ele estava com sono, fomos para o quarto, ele comeu uma banana e dormiu por umas 2 horas, no berço. E nós, sem ter o que fazer, o acompanhamos. Ao acordar fomos almoçar e, claro, ele não quis comer absolutamente nada, além de pão (segunda palavra mais usada na viagem). A preocupação começou aí. Pensamos: “ele acabou de acordar, viemos no horário errado! Quem sabe no jantar.” Voltamos para a água e mais a tarde, outra sonequinha o berço.

No jantar, de novo, ele não comeu nada além de pão e suco e quis dormir cedo. No terceiro dia acordamos meio chateados com esse negócio dele só comer pão, fruta, suco e leite, mas ao conversar com uma outra mãe, percebi que meu filhote não era o único a agir assim. Resolvemos desencanar, já que comendo ele estava, só não estava comendo o que acreditamos ser o certo. Outra coisa que resolvemos mudar, ele não dormiria mais no quarto durante o dia, dormiria no carrinho, na sombra. Senão, iríamos passar mais tempo no quarto do que curtindo o hotel. Sábia decisão.

Passamos a semana toda e ele não comeu comida um dia sequer. O máximo que conseguimos foram 3 colheres de papinha em um dia e um pouco de mingau de farinha láctea que fiz nos 2 últimos dias. E olha que o hotel tinha as comidinhas próprias para ele, com legumes super cozidos e molinhos, batata frita, arroz, feijão, nuggets, purê de mandioca e abóbora… tudo que ele costuma comer e gostar, mas não queria nem experimentar. Mas, como já disse, comendo ele estava, de fome não morreria, então relaxei.

Da semana que ficamos na Bahia, 4 dias foram de sol e curtimos a piscina e a praia, mas 3 dias foram de chuva direto e vento. Como o hotel é todo aberto, qualquer locomoção significava se molhar um pouco. Chato isso! E o que nos salvou foi a Aldeia do Nep, local destinado às crianças com uma sala com brinquedos de montar, tevê, etc. Passamos esses 3 dias entre a tal sala, o lobby, restaurante e o quarto do hotel. Esse é o lado bom de escolher um resort, em situações inesperadas, há espaço para curtir e não ficar só mofando no quarto.

Na volta o filhote ficou mais impaciente, mas se comportou bem. Até levou elogio dos comissários! E quando chegamos em casa, surprise….ele comeu o dobro de volume da papinha da mamãe coruja aqui. Alívio para mim e para o maridão.

 

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Saindo do Casulo: Bahia – Parte I

Conforme prometido e idealizado como o principal motivo por ter criado esse blog, vamos falar das experiências de sair do casulo e conhecer esse mundão com meu Jacaré!

Depois do test drive em Monte Verde – MG, resolvemos partir para uma viagem um pouco mais longa e distante. Mas para onde ir? Seria melhor pegar um hotel mais simples e alugar um carro como sempre gostamos de fazer, ou pegar um hotel completo, daqueles que não precisamos sair para nada?

Maridão e eu fazemos mais o gênero explorador, gostamos de almoçar e jantar em restaurantes diferentes a cada dia, tomar sorvete em uma sorveteria local, fazer compras (ok, isso é mais minha preferência do que de Maridão), etc. Mas desta vez estaríamos com um baby de 1 ano e 4 meses, que usa fraldas, tem horários para dormir, dificuldade para comer quando há qualquer tipo de agito por perto, enfim, a situação mudou.

Definido, iríamos para um resort no nordeste. Depois de algumas pesquisas definimos por um deles na praia de Guarajuba, perto de Salvador. O próximo passo foi me organizar com listas do que levar, o que comprar para levar e checar o que o hotel tinha disponível para que eu não precisasse levar. O contato com o hotel foi um sucesso, além de responderem de imediato meu email com a solicitação de berço, questionamentos sobre alimentação, espaço kids e sobre a meningite que estava em alta na região, a funcionária ainda me ligou para confirmar que estava tudo certo.

Como saímos de férias uma semana antes, deu tempo de comprar o que faltava e arrumar as malas sem esquecer nada. No sábado de manhã meu cunhado chegou por volta das 8 para nos levar ao aeroporto e já no caminho rumo a Congonhas o Jacaré ficou impaciente, daí pensei: Pronto, ele vai dar piti no aeroporto e principalmente no avião! Mas decidi não me estressar antes do tempo.

No aeroporto correu tudo bem, Maridão distraiu o filhote e logo embarcamos. Thanks God, filhote não teve qualquer desconforto com a pressurização e pouco tempo depois dormiu no colinho de mamãe. A viagem foi curta, 1h50min, portanto não deu tempo dele se estressar. Ao chegarmos no aeroporto de Salvador, andamos um pouco com ele até que estivesse tudo certo para o traslado até o hotel, mais uns 40 minutos dentro do ônibus. Ele ficou um pouco impaciente, mas se comportou bem nesse trajeto também. Chegamos ao hotel por volta das 15hs, isto é, ele acordou às 7hs e só ficou realmente livre para brincar e curtir às 15hs, muito tempo para segurar uma criança ativa, não acham?! Mas… so far so good.

No check in o bicho pegou, havia apenas um mensageiro para organizar o envio das malas e hóspedes aos quartos e dois carrinhos fazendo o serviço, daí teve hóspede dando piti. Mas como Maridão e eu fazemos o gênero “vamos tentar não nos estressar”, resolvemos tudo de forma tranquila e elegante (rs). Ao chegar no quarto, suprise!!!! Nenhum berço!!!!! Mas a meta e no stress, lembram? Portanto fomos almoçar e depois resolveríamos. No almoço, Jacaré não quis comer nada além de suco e pão. Não me preocupei, afinal ele tinha passado horas em meios de transporte diferentes e tudo era novo para ele, fora o agito do hotel, que iria distraí-lo em condições normais. Talvez no jantar a coisa fosse melhor.

Pedimos o berço na recepção, que prometeu resolver logo, mas às 20hs quando o Jacaré quis dormir…nada de berço e pela primeira vez ele dormiu conosco. Ele dormiu, nós não! (rs) Bom, eu matei a minha vontade de tê-lo no meio da gente na cama, mas como ele gira muito, chuta a gente, arranha nosso rosto, etc…foi difícil dormir tranquila. Era eu pegar no sono e puff…chute na minha barriga, cabeçada na minha testa…é sério isso, não é piada não! Ele dorme muito melhor no berço dele e a gente na nossa caminha, e olha que a cama do hotel era bem grande, com espaço mais que suficiente para os 3. Enfim, no dia seguinte, após pedir novamente o berço foi colocado no quarto. Ufa!!

Essa história continua….

 

 

 

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Primavera, Festa e Bahia

Tempo de flores, de novas coleções nos circuitos fashion e de festa. Sim de festa! É nesta estação que completamos mais um ano de vida, Maridão e Eu, nesta ordem. Também é período pós budget e de tirar férias, viajar e curtir o descanso merecido. Tudo acontece na primavera!!!

Por falar em férias, Monte Verde foi nosso test drive para o Jacaré Fora do Casulo. Para o próximo mês, nossa aventura será maior, uma semana na Bahia. Primeira viagem de avião do nosso filhote, primeira vez que verá o mar, e certamente será primeira vez em muitas atividades que virão com esta viagem. Esperamos que tudo corra bem, sem turbulências, em todos os sentidos.

Para isso já começamos os preparativos. O primeiro passo foi a escolha de um resort com toda estrutura para receber bebês e perto de uma cidade de grande porte. O segundo foi uma lista de remedinhos importantes que a Dra. Pediatra nos passou. Para dor de ouvido que ele nunca teve mas pode ter por causa da pressão no avião, pomadinha para picadas de insetos, descongestionante nasal, xarope, anti-alérgico, antitérmico, analgésico, enfim….mini farmacinha prescrita. O terceiro passo, e o mais gostoso: roupinhas para a praia, sungas e afins. Ainda estou trabalhando neste terceiro passo, posso até exagerar, afinal, ninguém é de ferro.

Esse post é só o começo desta história, me aguardem….

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Monte Verde – Parte II

Oi voltei, agora com o devido plug no note para não acabar a bateria!!! (rs)

Onde eu parei mesmo?! Ah, no chocolate meia-boca….gente, sabe aquelas economias bestas que a gente faz e depois se arrepende? Pois é, na única rua agitada do centro da cidade havia 3 lojas de chocolates, duas delas conhecidas lá de Campos do Jordão: Toco e Montanhês,  outra,  nunca ouvi falar. Acabei comprando as barrinhas artesanais lá porque achei o preço mais justo, só que o chocolate era tão ruim, mas tão ruim que nem eu – formiga assumida – consegui comer! Gente é sério, eu não dispenso nem aqueles guarda-chuvas de chocolate hidrogenado, mas aquele, estava impossível de comer. Ficamos só no vinho Rosé geladinho e muiiiito bom!

O plano para domingo era tomar café da manhã na pousada, dar mais uma voltinha no centro para comprar guloseimas (queijos, compotas, doce de leite, essas delícias mineiras), almoçar em outro restaurante indicado pela minha colega de trabalho – O Caipira – e voltar para Jundi City. Mas, como o meu filhote estava sem comer “comida de verdade” desde sexta-feira, resolvemos voltar logo depois do café da manhã. Deixamos O Caipira para uma próxima visita.

Daí veio a dúvida, será que o Enzo passaria mal com a serra de novo? Dra Pediatra (que é ÓTIMA) está de férias na Europa e com o celular desligado, então não sabia se poderia dar Dramin pro meu pequeno ou não. Na dúvida, não demos e voltamos tão devagar, mas tão devagar que até quem estava a pé, passava por nós na serra. (rs) Sério, acho que não passamos de 30km/h nesse trecho. Maridão não gosta de dirigir devagar não, mas pelo Jacaré, ele abriu uma exceção. Filhotinho veio tranquilão e até tirou um cochilo!!!

Jacaré...fofíssimo!!! Mammi Lov.U

Chegamos cedo em Jundi City, e a primeira coisa que Mammí (é como ele me chama!) fez foi descongelar uma papinha caseira para ele. Que papou tudo, feliz da vida! Cheguei a uma conclusão: meu filho não gosta das papas salgadas industrializadas. Todo potinho que tentamos dar (sabores variados) ele comia uma colher, no máximo duas, e já parava. Não sei se fico feliz por ele preferir alimentos frescos, mais saudáveis ou se fico preocupada, porque terei que me virar nos trinta na próxima viagem.

É………. fico feliz!

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Monte Verde

Quase uma semana depois, cá estou escrevendo um post sobre a primeira viagem em família. Acabei escolhendo um destino que não é o ideal para viajar com um bebê, pois Monte Verde é conhecida como uma cidade romântica, para casais em lua de mel e tal. Mas como já fazia algum tempo que eu queria ir pra lá e em março desse ano apareceu uma promoção nestes sites de descontos, acabei arriscando.

Alguns dias antes fiz uma listinha de tudo que precisaria, para não esquecer de nada na hora de arrumar as malas e viajar. Apesar de ter achado que tinha pensado em tudo – até detergente para lavar a mamadeira no banheiro da pousada eu levei – acabei esquecendo um item básico, meias para o meu pequeno. O que foi fácil de resolver, comprei por lá mesmo.

Bom, a aventura começou ainda no trajeto de ida, demoramos aproximadamente 3 horas para chegar à Monte Verde e nos 40 minutos finais o trecho é de serra, estrada meia-boca e ……mamãe aqui nem imaginou que seu filhote também pudesse enjoar com as curvas. Eu sempre tomo meu Dramin, companheiro de viagens de carro, mas com meu pequeno a história foi diferente. Ele começou a reclamar e achamos que era sono, que por causa da estrada cheia de buracos ele não estava conseguindo dormir (ele é meio fresco para pegar no sono mesmo), mas logo escuto um barulho estralho e quando olho pra trás vejo o jato! TADINHO, paramos o carro na hora e lá fomos nós, na beira da estrada, trocar o moleque, dar uma limpada no carro, cadeirinha e tudo. Sorte que tínhamos toalhas velhas no carro!!! (Fica aí a dica!)

O bom é que criança pequena não tem enrosco, uma vez aliviado do que o incomodava, trocado e limpinho de novo, logo abriu um sorriso e seguimos viagem. Em pouco tempo estávamos na pousada,  um lugar charmoso, com pessoas agradáveis e dispostas a ajudar. Como chegamos a noite, tomamos um banho e fomos para o centro jantar. O local escolhido foi o Boteco do Lago, um barzinho com um deck e um lago cheio de sapos e rãs cantando pra gente. Claro, havia um som ao vivo também. Filhote não quis saber de comer não, beliscou umas batatas fritas, comeu uma papinha de frutas e só.

Boteco do Lago

Levamos o berço camping para que Enzo pudesse dormir tranquilamente, já que no meio da gente ele não dorme, fica se mexendo, tenta sair da cama, um terror. Isso quando não resolve ficar nos chutando ou dando tapas para nos “acordar”. Na sexta, ele estava exausto da viagem de carro e dormiu fácil. No sábado, por volta das 7 da manhã começou a resmungar, como ainda era cedo e o chalé estava bem escurinho e silencioso, ficamos quietos e ele logo voltou a dormir. Por volta das 9 tivemos que acordá-lo senão perderíamos o café da manhã e também queríamos aproveitar o dia né?!

Filhote dormindo gostoso!

 No café da manhã, tantas coisas gostosas e ele só se interessou pela mamadeira sagrada de todas as manhãs e pela broa de fubá…ele simplesmente ADOROU a broa…se deixasse ficaria comendo o dia todo. Ía mais broa pro chão do que pra boca dele, mas tudo bem! (rs)

Fizemos um passeio rápido (depois coloco outro post mais detalhado sobre o tema) e logo ele já estava com soninho e voltamos para a pousada (ele não dorme se tiver qualquer movimento por perto). Enquanto ele dormiu por aproximadamente 2 horas e meia, eu também tirei uma sonequinha e maridão ficou limpando o carro, a cadeirinha, pra deixar tudo cheiroso novamente.

Assim que ele acordou, estávamos famintos e fomos para um lugar indicado por uma colega do trabalho, Paulo das Trutas. É um restaurante um pouco afastado do centro onde o Paulo tem os tanques e também um espaço para o restaurante. Ele também tem um restaurante no centro, mas esse lugar – segundo minha colega – era mais interessante e gostoso. Foi o ponto alto da visita!!! O lugar é simples, as opções são truta com arroz e batata sautée ou frango com arroz, porém para as trutas existem mais de 20 tipos de molhinhos diferentes. Comida saborosa, ambiente agradável e ainda tinha os tanques com as trutas para distrair o pequeno enquanto esperávamos.

Deck - Paulo das Trutas

Passamos algumas horas ali e seguimos novamente para a Pousada, para dar um banho no Jacaré e também aproveitamos para tomar o nosso. Saímos a noite para mais uma volta no centro (não foge muito disso em M t. Verde, compras, comer e dormir, quando se está com uma criança de 1 ano e 2 meses). Encontramos uma área em frente a uma loja de sabonetes com brinquedos para pequenos e ficamos no balanço do Mickey por um tempo. Ele adorou!!!

Farra no balanço

De lá fomos para um restaurante, mas não conseguimos curtir por muito tempo, o Enzo estava com muito sono e começou a reclamar. Para não atrapalhar os casais apaixonados, jantando a luz de velas, e, também, para não “judiar” de nosso filhote que não consegue dormir sem um lugar calmo, quieto e escurinho, voltamos para a pousada. Enquanto nosso filhotinho dormia, ficamos tomando o vinho que trouxemos do restaurante e comendo o chocolate meia-boca que compramos no centro. Devia ter comprado na Montanhês, mesmo com o preço absurdo…(rs)

Este post continua amanhã…..(bateria acabando!!!)

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