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Chupeta, Desfralde, Aniversário e Passeio

Wow, acho que bati meu recorde em ausência deste blog! Sinto uma falta danada de escrever, registrar o que acontece na vida do meu Jacaré. Mas esse ano deve ser o ano do meu carma (risos), chefe novo que demanda muito, MBA na reta final com direito a TCC e tudo, maridão também enrolado no trabalho, enfim…tá osso!

Semana passada tive que fazer uma viagem a trabalho e fiquei fora a semana toda. Maridão aproveitou minha ausência para fazer a troca da chupeta menor pela maior – é que comigo por aqui, cedo mais fácil ao choro do filhote. Deu tudo certo, sem grande estresse, segundo Maridão. O desfralde já está 100% para o xixi, mas no cocô ainda é feito na fralda. Mas até o momento apenas um acidente, de resto, ele pergunta se está de fralda antes de pensar em fazer o number 2.

Devido ao ano “carmático” resolvemos investir no buffet infantil para a festa, assim, fico só com a preocupação de montar o script para a retrospectiva e lembrancinhas. Coisas que preciso correr para fazer, pois estou em cima da hora. O tema da retrospectiva será variado, com cenas de A Era do Gelo, Shrek, entre outros. Da festa, tinha fechado Bob Sponja, mas talvez peça para mudar, já que a cada semana o Enzo pede algo diferente e nunca é o Bob.

Voltando ao foco inicial de quando criei o blog, registrar nossos passeios, domingo fomos a um lugar legal que quero registrar e compartilhar: Sítio Sassafraz. O lugar tem esse nome devido a uma árvore chamada Sassafraz que tem por lá e serve para saborizar a pinga com suas folhas. O lugar é pequeno, mas é point para motoqueiros e famílias em geral. Por ser lotado, pegamos uma senha e fomos passear um pouco, ver as galinhas, os cavalos, cabritos, pomar e logo fomos chamados. Recomendo ir antes das 10h ou depois das 11h, para fugir do pico.

O café da manhã é daqueles completos, com frutas, sucos, queijos, bolos, broas, ovos mexidos, pães e até polenta e linguiça caseira. Vai das 8 as 12h. O lugar é agradável, gente simpática e muito child friendly (como diria Patrícia do Coisas de Mãe). Enzo não quis comer muito, porque antes de entrarmos deram suco e pão de queijo para ele, e a empolgação com o trator foi maior que a fome. Depois de comermos fomos fazer um passeio de trator, alimentar os cavalos e andar um pouquinho. Filhote não queria ir embora, se pudesse ficaria naquele trator o dia todo.

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Bom, estas são as novidades do momento. Esse sítio fica em Itupeva, pertinho de Jundiaí. E para quem tiver interesse em visitar, é só clicar aqui.

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Enzo Vegetariano, pode?!

Quando engravidei não conseguia comer alguns alimentos nos primeiros meses como chocolate, mas foi passageira essa recusa. Porém, com a carne durou os 9 meses. Eu nunca fui muito fã de carnes, mas na gravidez não podia nem sentir o cheiro. Lembro bem de dias em que pedia para sair porque não aguentava o cheiro de churrasco da casa vizinha. E meu pior pesadelo foi uma viagem à Argentina para a implantação de um projeto no escritório de lá. Passei muito mal e fiquei traumatizada!!!

Mas esse post não é para falar de mim e sim do Enzito. O assunto alimentação aqui em casa nunca foi tarefa fácil, tivemos momentos estressantes em que filhote não queria nada além de leite e frutas, depois veio a calmaria com ele comendo direitinho – sempre sem exageros – mas comia. Porém, últimamente ele deu para rejeitar carne. Quando come, quer arroz, feijão, sopinha, mas tudo sem carne. Entre uma colherada e outra, tentamos esconder a carne embaixo do arroz (quando ele deixa a gente dar a comida na boca, já que faz isso sozinho), mas mesmo assim, se ele percebe que tem carne, devolve tudo pro prato. Ontem fiz espaguete com molho de tomate e carne moída, ele até comeu uma colheradas, mas a carne tem que estar pequena para ele não rejeitar. Mas logo não quis mais e pediu arroz puro. Mais duas colheres e chega!

Daí que fiquei na dúvida se é possível uma pessoa decidir ser vegetariana mesmo sem saber ao certo o que significa. Se uma criança em fase de formação pode ficar sem carne. E como substituir a proteína animal de forma a manter filhote sempre nutrido. Maridão assistiu outro dia uma reportagem sobre os veganos, linha vegetariana mais pura e radical. Eles não consomem absolutamente nada de origem animal (ovos, leite, carne, mel, gelatina, nadinha). E nessa reportagem foi dito que uma fonte de nutriente para eles eram os grãos e sementes. Eis que Enzito tem se intererrado bastante por amêndoas, pede por arroz com feijão (a dupla quando consumida junta produz proteína vegetal). Será um sinal? Ou será apenas mais uma fase como tantas outras fases alimentares que filhote já passou?

Dei uma pesquisada e econtrei várias opiniões a favor e contra a dieta vegetariana na fase de crescimento, que vai até os 15 anos de idade. Da equipe dos prós fala-se sobre prevenção de certas doenças na fase adulta como alto colesterol, diabetes, obesidade. E até redução de alergias foram constatadas em crianças vegetarianas. Porém, os pontos contras são a deficiência de vitaminas como a D que pode causar cáries e raquitismo, B12 que pode causar baixo crescimento e anemia assim como a baixa ingestão de ferro. Além da falta de cálcio e casos em que o consumo excessivo de carboidratos não complexos pode-se causar obesidade e diabetes.

Mas o que fazer se nossos filhotes decidirem ser vegetarianos e resistirem aos prazeres da carne? A reportegem que Maridão viu estava corretíssima, é preciso aumentar a ingestão de grãos, sementes e leguminosas. Ingerir bastante Feijão, lentilha, amêndoas sem sal, nozes, linhaça, etc. Além de óleos de vegetais como azeite, óleo de macadâmia, gergelin, etc. E em alguns casos a suplementação se faz necessária também. A tarefa não é tão fácil para nós que temos pouco conhecimento sobre o assunto, mas não impossível, já que encontramos muitos livros de culinária vegetariana e também não é mais um assunto tão raro assim. De qualquer maneira, não dispensarei a opinião da Dra. Pediatra. E espero que seja só mais uma fase e não um estado permanente, mas se for, respeitarei a aprenderei tudo o possível para ajudá-lo.

Uma boa semana!

 

 

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Vamos Falar de Amamentação

Nossa, dois anos se passaram e não tive coragem de escrever sobre amamentação. Antes do meu relato sobre esse tema, voltarei um pouco no tempo. Antes de engravidar ouvia várias histórias de mulheres que sofreram para amamentar com endurecimento por excesso de leite, machucados por pele sensível, bico invertido e tal, mas nunca havia ouvido problemas de falta de leite. Mesmo assim eu nunca me preocupei e sempre achei que comigo daria tudo certo. Afinal, apesar dos peitos pequenos e bico discreto, eu sempre tive o perfil de boa parideira (quadris largos) e jamais passaria pela minha cabeça não ter leite, já que nunca fiz o tipo magrela desnutrida.

Minha irmã, tipo magrela e com o peito pouca coisa maior que o meu amamentou meu sobrinho super de boa, sem grandes problemas até os 7 meses. Ela só parou porque dos 15kg que engordou na gravidez, já tinha perdido 20kg e estava passando mal de fraqueza. Porque que comigo seria diferente? Na minha cabeça, bastava eu querer amamentar que daria tudo certo. Também nunca havia passado pela minha cabeça que uma cesariana pudesse atrapalhar a amamentação e que o parto normal facilitaria tal prática.
Eis que minha gravidez correu super bem e no final meus peitos já estavam um pouco maiores, além disso via no soutiã uma sujeirinha tipo leite em pó. O obstetra me alertou para não ficar apertando o peito pois isso poderia incentivar contrações e parto prematuro. Não fiz nada para deixar o peito mais resistente, já que segundo o mesmo obstetra, se eu fizesse algo drástico, tipo passar a bucha, poderia machucar e se o BB viesse antes da hora aí que não conseguiria amamentar mesmo! Me disse que havia no mercado várias pomadas de boa qualidade que evitam machucados e isso foi confirmado por minha irmã que usou uma destas pomadas e não teve problema algum. Tudo tranquiloaté meu pós parto.

Enzo nasceu de manhã, de cesaria marcada, porém segundo o obstetra teria nascido de parto normal no mesmo dia ou nos dias seguintes, já que eu estava com dilatação e algumas contrações em estágio inicial. Isto é, não podemos dizer que ele nasceu muito antes da hora, certo?! Logo na sala de recuperação Enzo ficou em meus braços e não saiu mais. Ele ainda não sabia que havia nascido, estava dormindo tranquilão e a enfermeira me pediu para eu tentar amamentá-lo. Mas quem disse que ele se deu ao trabalho de mamar? Eu o colocava perto do peito, tentava abrir a boquinha dele mas ele nem aí…só queria dormir. Desencanei, até pq estava também preocupada coma tal da dor de cabeça pós anestesia, então não queria me mexer muito não.

Aguardei até que Enzo notasse que estava nesse mundão de Deus e não mais na minha barriga e pedisse por comida leitinho. E essa hora chegou, porém, apesar de sugar bem o dedo, ao colocar no peito ele dava a primeira sugada e parava. Segundo a fonoaudióloga que foi me ajudar, o meu bico era muito pequeno e não o estimulava a sugar. Ficamos na tentativa com enfermeiras, fonoaudióloga e até a madrinha do pequeno, que também é fono, em cima de mim, tentando fazê-lo mamar. Meu peito virou domínio publico, todo mundo botava a mão. Nos foi recomendado pelo hospital que bloqueássemos as visitas, para que eu e o Enzo ficássemos mais tranquilos e focados na amamentação.

Depois de 24hs fizeram um teste de glicemia no meu filhote e detectou-se a necessidade de dar o LA. Foram 30ml na colherinha dada pela enfermeira e eu lá, chorando que nem uma louca. Me sentindo rejeitada pelo meu filho, culpada por ter um bico pequeno, por não ter feito nada para preparar meu peito para essa fase…enfim, foi mega estressante. Enzo nasceu numa terça-feira e na quinta não tivemos alto como esperado por conta da amamentação. Eis que o pediatra neonatal que acompanhou o parto e esses primeiros dias deu a dica de um bico de silicone, não era o ideal, mas talvez uma alternativa. Funcionou e na quinta, 17hs, Enzo mamou pela primeira vez. Quanta emoção, alívio e felicidade.

Na sexta tivemos alta e fomos para o apartamento do meu sogro, já que em casa temos escadas e na casa dele teríamos mais assistência também. Minha sogra faleceu quando eu estava de 4 meses, minha mãe faleceu no meu parto e minha cunhada não tem filhos, apenas a boa vontade em ajudar. Portanto, a única assistência que tive foi com relação a coisas da casa (casa, comida e roupa lavada) e se precisasse de um remédio, uma fralda, essas coisas, meu sogro iria comprar. Então, eu, mãe de primeira viagem sem qualquer experiência prévia com RNs, totalmente fragilizada pelas alterações hormonais do pós parto, fiquei perdida quanto a melhor maneira de tratar a amamentação do Enzo.

Ao sair do hospital tive a presença integral do Maridão apenas no final de semana, pois logo na segunda ele teve que voltar ao trabalho devido a época do ano, época de Orçamento/Budget e é o período em que ele mais trabalha. Não sabia da existência de Doulas, pois se soubesse teria ido atrás de uma com certeza! Para quem não sabe, Doulas são mulheres experientes e treinadas que ajudam as grávidas antes, durante e depois do parto. Tiram dúvidas, fazem massagens e ajudam no hospital, além disso dão o suporte em casa também, no período inicial. Seria uma benção ter uma destas perto de mim naquele momento!

Em casa Enzo até pegava o peito com o bico de silicone, mas estava perdendo peso e só chorava. Quando estava no peito dormia e quando eu tirava só chorava. A princípio achamos que era manha, que eu tinha acostumado mal em ficar só no colo e tal. Chegamos até a deixá-lo chorando por quase uma hora enquanto eu fui tomar banho (1 dia só tá?!). Eu não conseguia notar se enquanto estava no meu peito se mamava de verdade ou se estava só chupetando. Na Dra. Pediatra ela tentava me mostrar quando ele estava engolindo e quando estava só chupetando e eu, no meu nervosismo não conseguia identificar sozinha em casa.

Tentei uma vez tirar meu leite na bombinha elétrica e notei que o volume era muito baixo, cerca de 50ml tirando os 2 peitos. Então a Dra. Pediatra me receitou um comprimidinho e um spray de Ocitocina para inalar antes de cada mamada. Mesmo assim ele não engordava. Neste primeiro mês fizemos visitas semanais à pediatra para acompanhamento. No começo fiz tudo certinho e meu peito começou a inchar demais (era o leite descendo, eu acho!) mas eu, assustada diminui a dose do comprimido, com medo de endurecer, rachar meu peito e ter aqueles velhos problemas conhecidosde quem tem muito leite ou mesmo na dúvida se aquele remédio todo não faria mal ao pequeno. Então, o LA foi necessário para que meu filho não adoecesse.

Conclusão, fiz tudo errado e o LA foi passando de 1 mamadeira ao dia no primeiro mês para 2, 3…até que aos final do 4º mês já não tinha mais leite e Enzo ficou no LA definitivamente. Não gosto de tocar no tema exatamente porque sinto que a culpa foi minha. Se eu não tivesse ficado com medo, se tivesse seguido a risca o que a Dra. Pediatra recomendou, talvez tivesse tido leite suficiente para alimentá-lo e engordá-lo. Tudo isso graças a minha ignorância no tema e por não ter ninguém experiente para me orientar em casa, fora do consultório. Se eutivesse uma Doula, se tivesse me informado mais sobre amamamentação, tudo teria sido diferente. Ou talvez não…..nunca vou saber ao certo!

Ainda não me perdoo, mas o tema está ficando mais ameno e por isso tive coragem de escrever hoje sobre isso. Fora o fato de ver que várias mamães passaram pelo que passei, que não sou/fui a única. Graças a Deus Enzo é mega saudável, até a Dra. Pediatra elogia. Recentemente teve sua primeira virose, já relatada aqui e mesmo assim reagiu rápido. Se eu percebesse que ele era do tipo que fica doente a toa, me sentiria ainda mais culpada. Mas de uma coisa estou certa, não dá para voltar atrás, não fiz por mal ou por estética ou qualquer outro motivo fútil, foi por pura ignorância. Sei também que dá para corrigir os erros na próxima experiência, caso ela venha. E dá para compartilhar com vocês, para que saibam e não caiam no mesmo erro.

Minha dica é: Informe-se!!!!!!!!!!

Essa é minha história com a amamentação!

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Virose

Mesmo não tendo amamentado o Enzo da maneira que gostaria (estou devendo um post sobre isso), filhote sempre foi muito saudável e resistente. Raramente fica doente e sempre tudo muito leve, thanks God! Eis que terça passada, de madrugada, acordo com um grito e choro do pequeno. Ao chegar ao quarto me deparo com ele todo vomitado, tadinho. Eu, ainda meio zonza do susto não sabia o que fazer e Maridão como sempre tomou a dianteira e já pegou o moleque, correu para o banheiro para limpá-lo com um banho relaxante de água morna. E eu fiquei com a tarefa de limpar tudo. People, na hora não teve graça, mas lembrando agora, eu parecia uma barata tonta.

É que sou muito fresca sensível com relação a isso. Passo mal de andar de carona em viagens, acompanho caso alguém passe mal do meu lado…não é porque a sujeira era do meu filho que eu iria fazer tudo como se estivesse trocando a roupa de cama normalmente né?! Bom, acho que demorei uns 30 minutos para tirar a roupa de cama, protetores de berço e colocar tudo limpinho. Mesmo sentindo tudo que estava e até o que não estava no meu estômago subir, fui brava e consegui! Afinal, imagina a cena de Maridão com a criança no chuveiro, as 2 da manhã e eu entrando no banheiro e dizendo…viu, larga ele aí e vai limpar a sujeira….no way!

Passou pela minha cabeça colocar o Enzo na minha cama, entre Maridão e eu. Assim poderíamos acompanhar o sono dele e ver se algo mais aconteceria. Mas não, colocamos ele no berço novamente e logo em seguida ele teve uma diarréia brava, mais trocas de roupas, mas desta vez não sujou o berço e eu também não sou fresca sensível quanto a isso. Eis que Jacaré me pede leitinho e eu não dei claro! Nunca se dá leite para alguém que está com estômago ruim, certo?! Peguei um suco de caixinha, misturei bastante água e dei. Ele tomou um pouco e voltou a dormir. Lá pelas 5 da manhã, mais diarréia das bravas, de sujar até o pescoço. Pediu leitinho de novo mas logo voltou a dormir. Ele estava todo molinho, oh dó!!!

As 7 da manhã liguei para a Dra. Pediatra que já me avisou que esse era um quadro de virose e que poderia dar febre ou não. Mas que ele deveria ficar em casa tomando soro via oral, remédio para o estômago e muito líquido, comidas leves, essas coisas. Enzo quis sair da cama e ao descer me pediu pão. Apesar da Dra. Pediatra ter dito para eu não dar nada, dar o remédio do estômago e só dar algo para ele comer ou beber 1 hora após o remédio, fiquei com dó do menino me pedindo comida e dei uma fatia de pão francês sem nada para ele. Foram 2 mordidas e tudo voltou pra fora daquele corpinho já magrelo. Erro meu! Porque fui desobedecer a Dra. Pediatra?

Dei o remédio e a luta foi segurar a dor no coração de ver seu filho pedindo suco, pão, uva, etc e não poder dar nada por 1 hora. Eis que passado o tempo para o remédio fazer efeito dei bolacha água e sal e soro no copinho, ele adorou e tomou tudo. Comprei o soro sabor guaraná que a Dra. Pediatra disse ser o com gosto melhorzinho. Filhote passou o dia largado no sofá vendo Bob Esponja (ela adora esse desenho chato), mas não vomitou mais. Segundo a Dra. Pediatra (que é ótima diga-se de passagem), nestes casos a primeira providência é conter os vômitos. A diarréia contorna-se depois, mas no caso do Enzo foi tudo contornado logo depois da primeira dose do remedinho (que ele tomou por 2 dias, 3x ao dia) e pelo soro. Leite, só no final do dia, quando tivemos certeza de que estômago e intestino estavam normais.

Foi nossa primeira experiência com virose infantil e o que posso tirar de ensinamento é que nunca se dá leite se o estômago estiver ruim, se tiver um vidro de soro em casa, já pode dar como suco. Vi que a validade é boa, então dá para comprar um vidro e deixar fechado em casa, assim já tem a mão se precisar. Para o instestino frutas boas são maçã e banana maçã, mas pera também pode ser dada. Como o estômago estava ruim é bom dar tudo sem casca e se possível amassadinha. Sopinhas leves feitas com legumes variados e carne, mas ao dar para a criança, tire a carne e amasse ou processe os legumes. Muito amor de mãe e pai e descanso, nada de escola.

Outra coisa que a Dra. Pediatra ensinou para quando a criança está com diarréia, mas com estômago bom, é dar leite feito com água de arroz. Você pega um xícara de arroz lavado e escorrido e coloca para cozinhar em cerca de 1 litro de água. Fique de olho e assim que o arroz estiver macio, escorra a água em um recipiente. Use esta água para fazer o leite nas mesmas proporções que está acostumada. O gosto é adocicado, bom até. Mas escorra a água logo que tirar do fogo, senão a água seca (fiz isso na primeira vez!). Se sobrar água, guarde em potes fechado na geladeira, dura 1 dia.

Ah, e minha sugestão é não colocar a criança no meio da cama de vocês, pois se ela vomitar de novo, será pior para se organizarem já que certamente se sujarão também. Aconteceu com um casal amigo meu. A Julinha estava doentinha e eles colocaram ela no meio dos dois para ficar mais fácil de acompanhar, mas no meio da noite acordaram com ela vomitando e os três ficaram todos sujos e que nem baratas tontas.

Bom é isso. Enzo está ótimo agora e passamos por mais esta! Vou me juntar ao meus dois amores e dormir um pouco, porque amanhã o dia será pesado! Boa noite!!!!

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Olha o Aviãozinho!

Nossa, nem parece que só faz 4 meses que viajamos para a Bahia e que a preocupação da viagem foi a recusa do Enzo a comer comida. Ele só queria saber de mamadeira, suco, banana e pão. Passou a semana inteira assim e quase matou mamãe e papai de preocupação. Até rimou! (rs) Mas hoje ele está um dragãozinho, comendo de tudo….praticamente um saco sem fundos! Mas calma, ele não está acima do peso, pelo contrário, tem um biotipo mignon.

A Dra. Pediatra nos acalmou quando voltamos dizendo que ele não estava desnutrido, e que na verdade ele estava selecionando os alimentos que queria comer. Mas que não poderíamos deixá-lo sem o arroz, feijão, legumes, verduras e proteínas, portanto, teríamos que começar o processo de mudanças na alimentação. Sair da papinha feita pela mamãe para a comidinha normal, a mesma que nós comemos. A papinha que ele estava acostumado já era em pedaços bem macios de mandioquinha (base) e mais uns três legumes, além do macarrãozinho e proteína (ovo, peixe, carne, frango).

Enzito já estava com 1 ano e 4 meses e eu ainda não havia conseguido fazê-lo ter interesse pelo que comíamos. Ele só queria saber da papinha dele. Como era prático, pois eu fazia uma vez por mês e congelava em potinhos, não insisti. Mas nesta viagem ficou claro que de prático não tinha nada, afinal, se minha intenção é viajar bastante com ele, sair para conhecer lugares novos, como faria se ele só come a papinha da mamãe. Nem aquelas industrializadas ele comia. Bom, resolvi seguir alguns conselhos básicos da Dra. Pediatra e não é que deu super certo?! Vamos aos conselhos:

1º) Não fazer trocas. Isto é, se ele não quer comer, não dê mamadeira, frutas ou qualquer outro alimento que ele goste para substituir as refeições. Se ele estiver saciado e perceber que dizendo não para um alimento, você dará outro que ele quer, certamente irá selecionar o que comer e você estará perdida. Daí você vai perguntar, mas vou deixar meu filhinho passar fome?! Calma, ele não passará fome por muito tempo, seu filho não é bobo e vai entrar na regra do jogo logo no primeiro, no máximo no segundo dia. Ele tem que sentir um pouco de fome para entender que se não comer o que foi proposto, não terá substituto.

2º Estimule-o. Ele tem que se interessar pela comida, ter vontade de experimentar coisas novas. Portanto mostre, deixe que ele coma sozinho. Mesmo que isso represente roupinhas manchadas, chão e paredes sujas. Depois você limpa! Uma dica é forrar a área em que ele está com jornal, depois é só juntar tudo e jogar fora. Há também uns plásticos com desenhos divertidos para colocar em baixo do cadeirão, mas acho pouco enviroment friendly.

3º Faça as refeições em família. Para que a estimulação seja feita por completo, seu filho tem que se sentir parte integrante do todo. Essa história de dar comida primeiro pra ele, e depois você e seu marido comerem, não funciona. Tem que comer junto, mostrar que o que ele come, vocês também comem. Dê o exemplo sempre. Vai ver que com isso, até sua alimentação vai melhorar, já que você quer que ele coma mais verduras, legumes, enfim, que tenha uma alimentação saudável, certo?!

4º Hora de comer é hora de comer. A maioria das crianças tendem a não querer comer para poder brincar. Portanto, tente alimentar seu filho em ambientes calmos, sem estímulos que possam distraí-lo e tirar a atenção do foco que é o alimento. Comer assintindo TV, ou brincando pode ser um erro tanto para o que deixa de comer por querer brincar, quanto para o que come sem perceber e ultrapassa a quantidade que necessita, gerando obesidade.

Bom, essas são as dicas que seguimos e que funcionaram conosco. Espero que possam ajudar.

 

 

 

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Mamadeira, Dentes e Alimentação Saudável

Quando filhotinho completou uns 7 meses os primeiros dentinhos começaram a apontar, a Dra. Pediatra nos pediu para cortarmos a mamadeira noturna, segundo ela, a principal causa de caries e problemas bucais precoces. Pensamos, mas como fazer isso, o pequeno iria acordar de madrugada chorando de fome e iríamos ignorar? Quanta maldade? Bom, a vida foi legal conosco e filhotinho passou a dormir direto com raríssimas exceções de break no meio da madrugada. Problema resolvido.

Agora, com 1 ano e meio, a dentição está quase completa e me pergunto, será que a mamadeira noturna, aquela morninha antes de dormir, também trará problemas? Na última consulta não falei sobre o assunto e a Dra. Pediatra também não. Filhote mama no colinho da mamãe (ou do papai) e vai direto pro berço, sem escovar os dentes. Será que vale a pena fazê-lo escovar os dentinhos entre essa última mamada e o berço? Mas o ritmo do soninho iria ser quebrado, já que a mamadeira ajuda a entrar no clima. Em contrapartida, não quero filhote visitando o dentista antes da hora. Bom, vou pesquisar mais sobre o tema.

Sei que a transição da mamadeira para o copo já deve ser iniciada nesta fase, e que isso vai ajudar muito na rotina de higiene bucal. Começamos com um copo com bico de silicone mais macio, mesmo material do bico da mamadeira. Esse mês comprei um com o bico mais rígido. Ele também usa o canudo e com ajuda usa o copo convencional. Na mamadeira só leite puro, no copinho qualquer outro líquido apropriado para ele, assim vamos incentivando o interesse pelo copinho ao invés da mamadeira.

E por falar em mamadeira, me orgulho de até hoje dar apenas leite puro pro Jacaré. Vejo mamães dando leite com achocolatado bem antes dos pequenos completarem um ano, me dói o coração. Explico…tenho visto a crescente obesidade infantil e doenças que até pouco tempo só eram de adultos presentes na infância, para mim, a culpa – na maioria dos casos – é dos pais. No inicio da vida as crianças estão abertas a provar de tudo, é nessa fase que temos que implantar o gosto pelo que é saudável. Doces, frituras, junk food deve ser evitado já que no futuro elas irão comer de qualquer maneira. Li em uma dessas revistas que tratam sobre como criar os filhos que a preferência alimentar é formada na primeira infância e que se esta for saudável a chance de seu filho se tornar um adulto saudável aumenta consideralvemente.

Eu não quero que meu filho tenha problemas com obesidade, doenças cardiovasculares, etc e etc e por isso evito ao máximo o que não agrega. É claro que ele come um bolinho simples de vez enquando, um bolo de aniversário quando temos uma festinha, mas todo dia não! Outro ponto que aprendemos, aquilo que ele não conhece ele não pode ter vontade ainda, portanto há muita coisa que não apresentamos ainda como refrigerante. Incentivo o consumo de frutas, legumes e estamos indo bem nesse quesito, apesar de muitos amigos nos chamarem de chatos. Outro ponto importante é que os pais devem seguir o ritmo alimentar imposto aos filhos, senão o sucesso está comprometido. Portanto, Maridão está comendo frutas e eu, cortando os doces. 😉

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Hora de Comer Sozinho

Eu ainda não pesquisei sobre o momento certo da criança conseguir se alimentar sozinha, até porque logo no começo já percebi que cada criança tem um ritmo e não dá para ficar comparando, senão ficamos loucas!

Enzo já tem 1 ano e 5 meses e ainda seguro a mamadeira para ele, não que ele não consiga, até segura vez ou outra, mas acho que ele gosta de ser alimentado. Deve se sentir acarinhado, ou algo assim. A Dra. Pediatra já havia me alertado que há crianças que não seguram nunca pelo simples fato de gostarem desse chamego, ficar no colinho sendo alimentado.

Outro ponto é que ele não demonstra muito interesse por comida. Já tentamos oferecer o que estamos comendo para ele, interesse quase zero. Exceção para Havanette (docinho de chocolate e doce de leite argentino), picolé, e coisas assim. Aí, claro, Jacaré que não é bobo nem nada, quer provar. Mas arroz, feijão, macarrão, peixe, nada!!!! E por conta disso sofremos um pouco com a alimentação dele fora de casa.

Na penúltima consulta, filhote não ganhou peso. Momento de preocupação para a mamãe aqui. Mas na última consulta ele ganhou um pouco. Ufa!!! Na questão peso, crescimento, desenvolvimento, ele está na média para a idade e a Dra. Pediatra me tranquilizou. Mas me deu uma bronquinha, disse que eu tinha que desenvolver nele o interesse pela comida, senão sofreria mais pra frente.

Eis que começamos a deixar ele comer sozinho, quer dizer, mais ou menos sozinho. Ele senta no colo do pai e com uma colher tenta comer o que está no pratinho dele. Ás vezes a comida vai pra boquinha dele, outras pro chão. Mas ele tem se interessado mais. Algumas coisas ele já come sozinho, tipo pão, bolo, banana…mas comida, está começando agora. Depois da bronca da Dra. Pediatra.

Até pensei em comprar aquelas colheres tortinhas, para a comida não ir muito pro chão, mas Maridão acha que isso atrapalha o desenvolvimento, o senso de direção. Será?

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