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Páscoa, Chocolate e Crianças

Quase um mês depois do último post, aqui estou novamente! Nossa, não quero reclamar não, mas 2013 começou com cara de fim de ano. Uma correria danada no trabalho e ainda tem o MBA e o projeto academia, fora filho, marido, blog, casa…enfim, não está moleza não! Portanto, não estou me dedicando aos registros sobre a vida do filhote como gostaria, mas aos poucos vou me ajeitando! #tenhofé

Há poucos dias da data mais “achocolatada” do ano, vem aquela velha dúvida: dar ou não um ovo de páscoa ao Enzo? Em 2011 e 2012 eu não dei e a madrinha também respeitou. Mas esse ano ele já está maior, já conhece essa delícia e o almoço será na casa do meu pai, o que significa várias crianças + chocolate. Bom, isto posto, eu não preciso aumentar a lista do filhote, já que ele ganhará algo da madrinha, da tia, do avô, do coelho da páscoa (sim, eu acredito nele!). E usaremos o bom senso para deixá-lo comer um pouco, depois de almoçar, claro!

Aproveitando o tema, até pouco tempo Maridão e eu éramos bem rígidos em relação aos doces e ao Enzo. Cansei de receber críticas. Eis que após algumas conversas com pessoas sensatas, ficamos na dúvida se não dar doce algum era melhor que dar com moderação. E se quando ele tivesse acesso as guloseimas fora de casa virasse um compulsivo?! O sonho de que por não dar doces a ele filhote fosse aquele tipo de pessoa que não gosta deles, sabemos que é irreal. Portanto, resolvemos liberar, mas sem exageros, sempre o bom senso falando. So far so good!

E agora é pensar nos ovos da criançada da família. Minha opção é sempre dar um ovo pequeno (não que eu seja mão de vaca, mas prefiro qualidade do chocolate do que quantidade), e cada criança ganhará mais que um, portanto, não vou agir de um jeito com meu filho e não fazer o mesmo com meus sobrinhos e afilhados. E, claro, vamos escondê-los, assim como o coelhinho da páscoa faz todos os anos!

Se eu não voltar até lá…..Feliz Páscoa!!!!

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Sambebê no RJ

No final do ano passado descobri um projeto que simplesmente AMEI, o Sambebê. São shows de samba de boa qualidade para o público infantil. Não sou do tipo que ouve samba no carro, no ipod, ou mesmo em casa no sábado a tarde, mas gosto do estilo quando é de qualidade. E achei super interessante o projeto, apesar de não ter ido a nenhum até agora por agenda conflitante.

De qualquer forma, fica a dica para o próximo evento no Rio, dia 05 de agosto, com o Moyseis Marques. Mais informações, vá até o site do projeto, clicando aqui.

Aguardo ansiosa o próximo evento em SP. No mesmo final de semana teremos a atividade do dia dos pais na escolinha do Enzo. Será uma gincana com pais e filhos e será a primeira do Enzo. Não podemos perder! Quer dizer, eles não podem perder, porque mamãe não vai. É só para os pequenos e seus papais!!! Momento deles! Espero ver um vídeo depois.

Fica a dica!

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A Literatura e as Nossas Crianças

Acabei de ler uma entrevista com Pedro Bandeira no MMqD feita pela Natalie Catuogno que adorei e me fez pensar sobre a literatura e as nossas crianças. Na minha infância tive contato com livros, até pelo fato de meu pai gostar muito de ler, mas também pela falta de tecnologia da maneira que temos hoje. Na adolescência confesso que não gostava muito da imposição de livros para os vestibulares. Sempre gostei da liberdade de escolher o que ler, apesar de entender o motivo e a necessidade da cobrança escolar.

É fato que em casas onde há livros, há melhor desempenho escolar das crianças. E, por gostar tanto de ler que tento incentivar meu filhote, meu afilhado e minha afilhada-sobrinha a incorporar esse hábito desde cedo. Acho o máximo quando minha “cumadre” diz que o Dedé (meu afilhado) pede a ela para contar histórias antes de dormir. Por isso já dei livros variados para ele. O Enzo já começou a montar sua biblioteca particular também. Comecei com aqueles livrinhos de banho, depois vieram os livrinhos que ensinam as cores, formas, números e no Natal do ano passado ele ganhou uma latinha da tia Ká e tio Má com vários contos.

Como meu Jacaré tem o perfil mais motor os livros serviam para ele arremessar longe, jogar para cima e deixar cair na própria cabeça, mas sempre deixei pelo menos um por perto porque sei que um dia o interesse vem. A escola que ele frequenta tem um bom foco nisso também, com um dia da semana para contação de história. Eis que o interesse dele começou a surgir. Ele já me pede para contar história e, na maioria das vezes, ele mesmo é quem quer ler pra gente. O tempo que ele se concentra para essa prática é bem pequeno ainda, mas sei que vai aumentar. E vou simplesmente amar contar histórias para ele dormir.

Em conversas com muitos adultos, com filhos ou sem, escuto que a correria de hoje em dia não lhes dá tempo para ler. Ou que o preço dos livros são absurdos e não estão dentro de suas prioridades. Na verdade concordo com Ilan Brenman quando ele diz que isso reflete a importância que cada um dá aos livros, a leitura e a cultura. Já que muitos preferem gastar com brinquedos, tênis high-tech, eletrônicos do que em livros. E aos que realmente tem interesse na leitura mas não podem comprar, as bibliotecas públicas estão aí, cheia de livros para todos os gostos e idades.

Leia mais, fantasie mais, tenho certeza que a quem interessar, sempre achará um tempinho em meio a essa correria e a falta de dinheiro nunca é desculpa para a negligência à cultura. E para fechar esse post, aqui vão algumas dicas bacanas:

Papai é Meu! de Ilan Brenman – Editora Moderna

O Balde das Chupetas. de Bia Hetzel – Editora Manati

A Pequena Tartaruga Verde. de A.J. Wood e Rachel Willians – Editora Brinque-Book

Mamãe é um Lobo! de Ilan Brenman – Editora Brinque-Book

E, claro, indico todos os clássicos da Disney.

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