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Mamãe, Quero Dormir na Cama!

Há algum tempo venho refletindo sobre algumas mudanças na vida do Enzo, como largar a fralda, sair do berço e deixar de usar a chupeta e mamadeira.  Bom, a fralda estamos em processo desde meados de setembro, mas ainda estamos um pouco longe do completo sucesso. Na escolinha ele já fica o dia todo sem a bendita e tudo tem corrido bem, aos finais de semana acabamos deixando ele de fralda para sair de casa e não sermos pegos de surpresa, mas talvez já esteja na hora de arriscar mais, em nome de um bem maior. Mas como ele ainda não consegue fazer o coco no vaso sanitário, acho que ainda temos um certo caminho a percorrer neste tópico.

Semana passada filhote começou com um papo de querer dormir na cama, não sei bem ao certo se ele queria dizer cama da mamãe ou simplesmente cama. Então comecei a dizer que no sábado, hoje, compraríamos uma gradinha para a cama dele. Hoje acordamos e depois do café da manhã fomos a loja para comprar a tal gradinha. Dita cuja instalada, filhote já tira a soneca da tarde em sua cama. Como ficamos um pouco preocupados, acabamos colocando os protetores do berço em volta da cama além de um edredom para evitar que ele caia onde não há grades.

Por termos escadas na casa, portãozinho para evitar que ele saia da cama no meio da noite e desça as escadas sozinho se faz necessário. Uma próxima ação será levá-lo para escolher lençóis para a cama nova, já que só temos dois básicos. Acho que será um incentivo a ficar na cama e não querer voltar para o berço. E, por enquanto, vamos deixar o berço e a cama no quarto, até sentirmos que a mudança não terá recaídas. E assim vamos seguindo, com uma coisa de cada vez, sem pressa, no stress!!!

 

 

 

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Sobre Profissão e Maternidade

Ano passado li um texto da Mari, do Viciado em Colo, em que ela retrata muito bem (como sempre) a situação da mãe moderna. Ela dizia estar no limbo profissional e confesso que me vi muito em tudo que ela escreveu. É que sempre gostei muito de trabalhar e sempre me envolvi bastante seja como professora de inglês, seja como estagiária de exportação e, principalmente, agora em operações. Quando resolvemos ter o Enzo, uma de minhas grandes preocupações era como lidar com a maternidade de forma consciente, sem perder tudo que havia conquistado na vida profissional. Temi perder meu emprego, mesmo sabendo que poderia me recolocar, temi não dar conta das duas tarefas. Assim que recebi o resultado do exame, demorei praticamente 3 meses para contar na empresa. Segurei a onda por não saber se a gravidez vingaria e, também, confesso, por medo da reação do meu chefe.

E, depois de contar, trabalhava quase todos os dias até as 9 da noite, evitava faltar ou dar qualquer motivo para dizerem que porque engravidei eu havia relaxado. Realmente trabalhei que nem uma camela. Eu me preocupava tanto que acertei com meu gestor que ficaria fora 4 meses e 20 dias e levei notebook da empresa para casa para qualquer emergência. Trabalhei até o último dia e me orgulhava de nunca ter precisado apresentar um atestado para afastamento. Mas, depois que Enzito nasceu, tudo mudou. A minha vida profissional deixou de ser tão importante e cheguei a desejar ser demitida quando voltasse da licença, só para não ter que deixá-lo na escola. Claro que eu não teria a menor coragem de pedir dispensa para ficar em casa, mas desejava isso, ao mesmo tempo que desejava voltar a ser, além de mãe, uma mulher que tem outras preocupações.

Na volta percebi grandes mudanças na profissional Adriana, aprendi a delegar mais (já que minha equipe tinha passado quase 5 meses sem mim e sobreviveram), aprendi a priorizar e deixar o que pode ser deixado para o dia seguinte, passei a sair no horário, a ter coragem de chegar atrasada a uma reunião com a diretoria porque o filho tinha pediatra, a sair mais cedo para buscá-lo na escola quando Maridão não podia fazê-lo…a lista é extensa. Mas não é porque passei a me dedicar menos horas que a produtividade tenha caído, não, aprendi sobretuto a ser mais eficiente e planejar melhor meu tempo e atividades. Porém uma coisa não posso negar, ficou mais difícil me dedicar a atividades “extra job description”, que são o que garantem mais notoriedade e promoções.

O plano de “dominar o mundo” ficou adormecido e passei a enxergar meus colegas que chegaram onde eu queria com outros olhos. Vi que eles não tem equilíbrio entre vida pessoal e profissional, quase todos trabalham mais de 12 horas diárias, e quando não estão na empresa, estão conectados e disponíveis 24hs. Viajam de 2 a 3 semanas no mês e não conseguem fazer um almoço durar mais que 20 minutos, isso quando não comem em suas salas para poupar tempo. Essa é a vida que eu quero? Em nome do que, de uma posição hierárquica melhor, de melhor salário que depois não terei tempo para gastar/curtir? Acho que não! Hoje prefiro uma posição que exija menos, mas que me possibilite viver, estar em família e ter liberdade.

Mas não é porque eu não quero mais “dominar o mundo” que eu também estou relaxando e querendo vender água de coco na praia (até que não seria má idéia), trabalho de 9 a 11hs por dia, 5 vezes na semana, quando não estou no escritório, estou acessível no celular que também tem os emails da empresa conectado. Mas não sou escrava dessa tecnologia não, só uso se alguém me ligar, não fico olhando a cada minuto se tem email novo, como alguns que conheço. Continuo me empolgando com projetos novos e até me arrisco em alguns, quero ganhar mais e ter mais responsabilidades, dentro dos meus limites como mãe. Mas também sei que só posso fazer isso porque tenho um Maridão mega parceiro que divide a responsabilidade de tudo comigo, e também alguns amigos que me ajudam quando a coisa aperta.

Já contei aqui que nesta última viagem Enzito ficou doente. Voltamos domingo e segunda Maridão foi viajar e eu fiquei aqui com filhote doente, feriado na cidade na terça, com a escola dele fechada, mas a empresa onde trabalho aberta e com reunião com a nova diretoria comercial. Segunda passei na empresa rapidinho, consegui um encaixe de manhã na pediatra, e voltei a trabalhar. Só me senti bem em deixá-lo na escola porque não tinha mais febre e não estava mais tão molinho. Na terça a super Amiga-Madrinha ficou com ele o dia todo pra mim enquanto pude ir tranquila para a reunião. Hoje filhote já está quase 100%, da faringite só sobrou uma tossinha expectorando e consegui sobreviver a essa semana sem Maridão e com compromissos importantes no trabalho graças a ajuda da Madrinha no feriado e a escola nos outros dias. Mas claro, tive que sair mais cedo em dois dias da reunião (na verdade saí no horário, a reunião é que se extendeu além dele), pois a escola tem hora para fechar. E assim vamos levando, tentando conciliar a vida profissional e a vida familiar, nenhuma perfeita, mas ambas com muito amor e dedicação na medida do possível.

PS> O texto está longo, estou com sono, tenho que lavar a cabeleira e estudar para prova do MBA de sexta…então não revisarei, me perdoem se houver muiiiiiitos erros aí em cima.

;-P

 

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1, 2, 3…..Vamos queimar as Fraldas!!!!!

Okay, okay…o título aí em cima está um pouco precipitado, ainda não dá para viver sem elas, afinal, hoje é o primeiro dia de tentativa de desfralde com o Enzo. Iniciativa da escola, tenho que confessar. E, por não ter sido uma idéia nossa, tive que começar a pesquisar sobre o tema as pressas, de última hora, afinal, quero dar andamento ao trabalho da escola para que essa transição ocorra da melhor forma possível para todas as partes.

Primeiramente conversei com a dona da escola, que também é uma das minha melhores amigas e madrinha do Enzo. Ela me explicou que na escola eles começam com um período sem fraldas, que será a tarde, depois do soninho das crianças. De manhã e a noite, elas continuam com a fralda. Depois de notarmos que no período da tarde as crianças já estão adaptadas, começamos  tirar de manhã e assim vai. De final de semana, tenho que deixá-lo o máximo possível sem fralda. Tudo que me vem a cabeça é meu sofá neste momento!

Depois parti para a leitura e vi que alguns pediatras aconselham levar as crianças todos os dias no mesmo horário para fazer cocô, mas e no meu caso em que filhote faz uns três por dia?! Talvez a solução seja levá-lo de manhã, a tarde e a noite?! Alguns indicam o uso do peniquinho, outros dizem que podemos utilizar direto o adaptador no vaso sanitário. A Dra. Pediatra em disse que o que importa é o Enzo ter onde apoiar o pé, pois com os pés balançando fica difícil fazer o cocô sossegado. Como não quero ficar limpando penicos, optei por um adaptador e um banquinho para ele colocar o pé.

Outra recomendação constante é  o pré-desfralde, isto é, ir preparando seu filhote para o dia D. Isso já estávamos fazendo sem saber, mostrando como o papai faz xixi, apresentando o adaptador de vaso, comprando cuequinhas igual do papai e com um livrinho que ganhamos de uma colega do trabalho, que mostra os bichinhos no banheiro e tem barulhinho de descarga no fim. A vendedora da loja de cuecas me indicou brincadeiras com o xixi, tipo acertar o ralo do banheiro, fazer xixi no formigueiro do jardim, essas coisas para incentivar. Ainda não sei se vou seguir essas dicas, coitadinhas das formigas!

Agora no começo escapadas vão acontecer (olha eu pensando no sofá de novo), é normal. Portanto o negócio é usar essas situações para reforçar que xixi é no banheiro, e para ele começar a conhecer o próprio corpo, saber que sensações significam sentir vontade de fazer xixi, cocô, e o que acontece se não pedir para ir ao banheiro. Claro que vou usar a técnica de perguntar de tempos em tempos se ele quer ir, observar sinais básicos como trançar as perninhas e tal. Enfim, vai ser um aprendizado para ambos. Hoje é só o primeiro dia, não sei quanto tempo vai durar e que dicas darão certo com ele ou não. Mas prometo que assim que tudo isso acabar, coloco aqui as dicas valiosas que deram certo para o Enzo.

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Desfralde…..Socorro!!!!

Estou chocada…apesar de saber que mudanças estavam por vir, até escrevi aqui sobre isso, a gente sempre acha que vai demorar um pouco mais. Eis que hoje recebi um bilhete da escola mais ou menos assim: “Olá pais, nossos bebês estão crescendo!!!! Informamos que a partir de 22 de outubro iniciaremos o desfralde….”. Opa, li direito, meu filho vai tirar a fralda????? Sim, não estou sonhando….chegou a hora! É estranho porque ao invés de eu ficar feliz, afinal, não precisarei mais trocá-las e nem comprá-las, dá um sentimento de perda. Será que é normal? Ainda não pesquisei muito sobre o tema.

Meu filhotinho está crescendo! Já não precisa ser embalado para dormir, já toma leite no copinho (na escola, porque aqui ainda dou mamadeira, mas já já iniciaremos a transição), já come sozinho (quando resolve comer, né?!), aliás, que fazer tudo sozinho…é a independência batendo a nossa porta. E agora vai tirar o símbolo maior de um bebê, a fralda. Será que vai ser rápido, fácil ou será que ele vai sofrer (e nós mais ainda)? Será que as roupas que ele tem hoje serão suficientes, afinal, imagino que no começo deve ser um tal de xixi na calça que só vendo…enfim, vamos lá, enfrentar mais essa transição.

E por falar em mudanças, uma delas já está firme e forte por aqui. Enzito não toma mais mamadeira no berço ou colo antes de dormir. Nós damos o leitinho na sala (já passou da hora de dar no copinho, eu sei) e depois ele escova os dentes para dormir. O que ainda está um pouco difícil é ele deixar Maridão ou eu escovarmos, ele quer fazer sozinho, mas ele não escova, só come a pasta e morde a escova (vai uma por semana quase). Mas o jeito é fazer concessões, deixo ele “escovar” sozinho primeiro e depois eu escovo. Tem dado certo por aqui.

Essas são as novidades por hoje!

 

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Meu Bebê não é mais tão Bebê assim….

Há dois anos eu estava com um bebezinho em meus braços, indefeso, totalmente dependente e frágil. E hoje, filhote já demonstra seus sinais de independência e transição. É tão estranho porque esperava tanto por isso, mas ao mesmo tempo é uma ruptura difícil de aceitar. Estamos entrando naquela fase de grandes mudanças: largar mamadeira, largar chupeta, largar fralda e largar o berço. Ufa…quanta coisa, o que começar primeiro? Bom, a escolinha já começou a parte deles há alguns meses (quase 1 ano!!!), não se usa mais mamadeira para o leitinho da tarde, é tudo no copinho. Mas eu ainda dou a mamadeira de manhã e a noite, além dos finais de semana.

Enzo já demonstrou total habilidade para subir no berço sozinho, quando a grade está abaixada. Para sair do berço ele ainda sofre um pouco, mas hoje saiu sem cair e sem medo algum, na minha frente. Quanto a chupeta, ele passa o dia todo sem ela, numa boa. Só pede quando está muito cansado e quer dormir, ou quando se machuca e fica manhosinho. E, finalmente, a fralda! Já comprei aquele adaptador de assento para o vaso sanitário, comprei do carros para ver se ele se empolga. E se empolgou, mas ainda não consegue fazer seu xixizinho ou cocozinho ali. Senta e diz: pronto, acabou!

A escola vai me ajudar nessas transições, já que o soninho é em colchões e não berços e a chupeta fica guardada, sendo liberada apenas em horas críticas. O desfralde está marcado para o início do próximo verão, melhor época para a prática. E, como acho que são muitas mudanças de uma vez, vou começar aos poucos com o mais fácil, tirar a mamadeira primeiro. Vamos tirar as mamadas da manhã e da tarde, será tudo no copinho. Depois que notar que não há problemas, tiro a noturna, fazendo ele tomar no copinho, escovar os dentes e só depois ir pro berço (ou cama). Acho que esta será a mais fácil de todas, sem muito estresse.

A troca do berço para a cama, ainda estou em dúvida se é hora. Claro que temos medo dele cair e se machucar, ainda mais que tem uma cama ao lado do berço e ele pode bater a cabeça. Mas tenho medo de trocar e ele não dormir, ou dormir mal, já que a cama é bem maior. Até pensei em comprar aquelas camas baixinhas, com forma de carro, mas é um gasto desnecessário, já que mandei fazer uma cama pro quarto dele junto do armário e berço. Vou pesquisar grades que podemos acoplar à cama, quem sabe é uma solução: grades divertidas!

Em meados de outubro começaremos o desfralde e por último tiraremos a chupeta. Ao meu ver a chupeta é um porto seguro, um objeto “âncora”, que faz os pequenos não sairem do prumo. Eles são dependentes demais delas e exatamente por serem tantas mudanças, ela será a última a sair de cena. Segundo a Dra. Pediatra, antes do 3 anos ele tem que parar. Mas, se até lá, só usar para dormir, não teremos problemas de arcada dentária torta por conta da chupeta. Que não é a única vilã na história. Bom, acho que é isso, planejamento montado! Ou melhor, mais ou menos montado, mas em andamento.

Agora, que é estranho ver que meu bebê já não é mais um bebezinho….isso é! Mas é parte da vida, ele tem que se desenvolver e eu não posso segurar isso. Tenho que apoiar e aprender a entender a melhor hora para tudo isso, sem traumas. E vocês, alguma dica?

 

 

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Licença Paternidade

Conforme a Constituição de 88 o pai tem direito a se afastar do trabalho, sem ônus salarial, por 5 dias corridos após o nascimento ou adoção de um filho. Enquanto que a mãe tem o direito a licença de 4 meses. Fato que ocasiona certa discriminação da mulher no mercado de trabalho e dificulta a criação de vínculo da criança com o pai. Injusto para os dois. Desde 2008 existe um projeto de lei que visa aumentar para 15 dias essa licença, mas que na prática ainda não está em vigor. Faltando um sinal verde da Câmara para que os papais possam usufruir deste benefício.

Eu sou mega a favor, pois acho que pai é tão importante para um filho quanto a mãe. Além disso, a mãe também precisa de certo apoio neste momento novo e nem sempre tem a ajuda de outro familiar que não o pai da criança. Esse projeto também visa a estabilidade de 30 dias para os papais após o término da Licença Paternidade, quase igual as mamães que possuem estabilidade até que o filho complete 6 meses. Acho também um absurdo que esse projeto ainda esteja pendente, que mais precisa ser discutido, avaliado?

Uma pesquisa realizada na Universidade de Concórdia no Canadá concluiu que a influência paterna ajuda muito a determinar as habilidades emocionais dos filhos. Foram ouvidas 140 crianças entre 3 e 13 anos. Claro que não podemos generalizar, mas que ter o pai e a mãe presentes na criação de um filho faz toda a diferença, isso faz. E não estou levantando a bandeira do “não ao divórcio” aqui, existem muitos casais separados, mas que conseguem cumprir seus papéis eficientemente. O que quero dizer é que assim como a presença do pai é importante na infância, adolescência e vida adulta, ela é muito importante nos primeiros dias também.

Que venha a nova licença paternidade!!!!!!!

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Olha o Aviãozinho!

Nossa, nem parece que só faz 4 meses que viajamos para a Bahia e que a preocupação da viagem foi a recusa do Enzo a comer comida. Ele só queria saber de mamadeira, suco, banana e pão. Passou a semana inteira assim e quase matou mamãe e papai de preocupação. Até rimou! (rs) Mas hoje ele está um dragãozinho, comendo de tudo….praticamente um saco sem fundos! Mas calma, ele não está acima do peso, pelo contrário, tem um biotipo mignon.

A Dra. Pediatra nos acalmou quando voltamos dizendo que ele não estava desnutrido, e que na verdade ele estava selecionando os alimentos que queria comer. Mas que não poderíamos deixá-lo sem o arroz, feijão, legumes, verduras e proteínas, portanto, teríamos que começar o processo de mudanças na alimentação. Sair da papinha feita pela mamãe para a comidinha normal, a mesma que nós comemos. A papinha que ele estava acostumado já era em pedaços bem macios de mandioquinha (base) e mais uns três legumes, além do macarrãozinho e proteína (ovo, peixe, carne, frango).

Enzito já estava com 1 ano e 4 meses e eu ainda não havia conseguido fazê-lo ter interesse pelo que comíamos. Ele só queria saber da papinha dele. Como era prático, pois eu fazia uma vez por mês e congelava em potinhos, não insisti. Mas nesta viagem ficou claro que de prático não tinha nada, afinal, se minha intenção é viajar bastante com ele, sair para conhecer lugares novos, como faria se ele só come a papinha da mamãe. Nem aquelas industrializadas ele comia. Bom, resolvi seguir alguns conselhos básicos da Dra. Pediatra e não é que deu super certo?! Vamos aos conselhos:

1º) Não fazer trocas. Isto é, se ele não quer comer, não dê mamadeira, frutas ou qualquer outro alimento que ele goste para substituir as refeições. Se ele estiver saciado e perceber que dizendo não para um alimento, você dará outro que ele quer, certamente irá selecionar o que comer e você estará perdida. Daí você vai perguntar, mas vou deixar meu filhinho passar fome?! Calma, ele não passará fome por muito tempo, seu filho não é bobo e vai entrar na regra do jogo logo no primeiro, no máximo no segundo dia. Ele tem que sentir um pouco de fome para entender que se não comer o que foi proposto, não terá substituto.

2º Estimule-o. Ele tem que se interessar pela comida, ter vontade de experimentar coisas novas. Portanto mostre, deixe que ele coma sozinho. Mesmo que isso represente roupinhas manchadas, chão e paredes sujas. Depois você limpa! Uma dica é forrar a área em que ele está com jornal, depois é só juntar tudo e jogar fora. Há também uns plásticos com desenhos divertidos para colocar em baixo do cadeirão, mas acho pouco enviroment friendly.

3º Faça as refeições em família. Para que a estimulação seja feita por completo, seu filho tem que se sentir parte integrante do todo. Essa história de dar comida primeiro pra ele, e depois você e seu marido comerem, não funciona. Tem que comer junto, mostrar que o que ele come, vocês também comem. Dê o exemplo sempre. Vai ver que com isso, até sua alimentação vai melhorar, já que você quer que ele coma mais verduras, legumes, enfim, que tenha uma alimentação saudável, certo?!

4º Hora de comer é hora de comer. A maioria das crianças tendem a não querer comer para poder brincar. Portanto, tente alimentar seu filho em ambientes calmos, sem estímulos que possam distraí-lo e tirar a atenção do foco que é o alimento. Comer assintindo TV, ou brincando pode ser um erro tanto para o que deixa de comer por querer brincar, quanto para o que come sem perceber e ultrapassa a quantidade que necessita, gerando obesidade.

Bom, essas são as dicas que seguimos e que funcionaram conosco. Espero que possam ajudar.

 

 

 

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O Segundo Filho, será?!

Acho muito injusto com as mulheres esse negócio de idade para ter filhos. Okay, okay…concordo que depois de uma certa idade o pique não é o mesmo, mas hoje casa-se mais tarde e o planejamento familiar acaba ocorrendo too late para algumas. Okay, okay, não foi meu caso, já que me casei cedo, aos 22 anos, mas só me decidi por ter filhos depois dos 30. Agora, com um filho de 1 ano e meio, com 35 anos de idade me vejo no dilema do segundo rebento.

Sim, é um dilema, pois como costuma dizer uma amiga, penso demais!!!! Acabei de me matricular em um MBA que termina daqui dois anos, estarei com 37. Sem chance de engravidar no meio do curso, já que não se pode trancar e terminar depois. Se perder aulas é DP direto! Mas também sei que quanto mais esperar alguns riscos vem de brinde. Segundo meu gineco, até os 40 tá tudo tranquilo, com poucos riscos para a mamãe aqui. Ufa!

Ao mesmo tempo penso, se estou na dúvida é porque ainda não devo estar pronta para um segundo filhote. Maridão e eu não temos nossas mommies por perto, elas já estão lá no céu olhando por nós, mas sem muito poder de ação nesse mundo. Podemos contar com cunhadinha, mas sem abusos, claro. Já que ela é solteira, trabalha e tem sua vida para cuidar. Fico muito preocupada pensando em como administrar a vida com dois (ou três já que a chance de gêmeos existe).

Há muito que se considerar como a dedicação a vida profissional que fica comprometida, o casamento que sai de segundo para terceiro plano (mal me acostumei com a mudança de primeiro para segundo), espaço físico para mais um membro na família e maior controle financeiro para não se perder e entrar no vermelho. Sem contar que precisaremos estar emocionalmente dispostos a encarar alguns pontos que para muitos é curtição, mas também é bem cansativo, como as noites mal dormidas, a dificuldade do inicio da amamentação, etc e etc.

Mas e o amor? Será que vou amar o segundo da mesma maneira que amo o primeiro? Será que vou conseguir repetir a fórmula de sucesso e corrigir os pequenos errinhos? Certamente o amor será tão forte quanto, mas de maneira diferente, pois acredito que cada um é de um jeito e haverá o filho com quem teremos mais afinidade, mas isso não significa amar mais. Sim, vou querer mudar alguns pontos para melhor e só a experiência do primeiro irá me proporcionar isso.

Eu não sou filha única e sempre gostei muito do fato de ter irmãs para brincar, ter um ombro amigo na adolescência e até hoje saber que posso ligar a qualquer hora. Penso no futuro de meu filhote, a curto prazo, nas festas de fim de ano mais animadas, nas viagens, férias escolares e finais de semana. Mas também penso a longo prazo, quando papai e mamãe não estiverem mais presentes, com quem ele poderá contar?! Claro que existem muitas família onde os irmão não são tão unidos, moram em cidades ou países distantes. Mas acredito fortemente que os laços familiares, a união é construída pelos pais. São eles que dão o tom do tipo de familia que querem ter.

Bom, tenho mais dois anos para pensar ainda….e confesso, não está fácil decidir!

 

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2012: Ano do Dragão e das Meninas, será?!

Em 2009 e 2010 foi uma chuva de meninos…minhas amigas todas tiveram meninos, minha irmã e eu. Esse ano já temos três chegadas bem próximas: Alice, Lara e Larissa. Filha de um colega de trabalho que deve nascer amanhã, minha sobrinha e filha da minha prima, nesta ordem. Que sejam bem-vindas essas menininhas para florear um pouco nossas vidas!

2012 também é o ano do Dragão, cuja regência se inicia hoje e vai até 09 de fevereiro do ano seguinte. O Dragão no horóscopo chinês simboliza a força, felicidade, boa sorte e riqueza. Só coisa boa, hein?! Li em uma chamada em algum site que não me lembro agora, que a China espera por um boom de bebês neste ano exatamente pelo que ela representa.

Como é boa essa sensação de ano novo e com boas perspectivas. Boas notícias e vidas novas para nos encher de alegrias!

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De Perua à Mãe Casual

Sabe aquela menina sem noção, sequelada total que vai a um churrasco num domingo qualquer de salto alto? Aquela que não sabe o que é ter um par de tênis no armário, sequer aqueles tênis moderninhos de marca para um estilo mais casual. Essa era eu há uns anos…durante a gravidez me vi obrigada a usar sapatilhas para não correr o risco de cair ou de ter as pernocas cheias de vasinhos e veias compondo um mapa dos rios brasileiros no próprio corpo.

Com o tempo fui curtindo o conforto destes sapatos zero salto. Claro ainda gosto de usar os meus high heels, me sinto poderosa, mais bonita, mas o conforto de um par de tênis, ah, isso não tem igual. Então adotei de vez o estilo esporte/casual aos finais de semana. Até tentei manter um visual mais arrumadinha nos finais de semana, mas vamos combinar que ficar atrás do filhote que está começando a engatinhar, depois a andar, de salto alto não rola!

E pelo que vejo isso não será passageiro, porque depois virão as fases de brincar de bola, correr, curtir e não serei a sem noção de antigamente de sair para brincar com o filhote de salto alto!!!! Bom, não quero dizer aqui que depois que viramos mães ficamos relaxadas, feias ou qualquer adjetivo semelhante, mas passamos a ser mais práticas. Se já passamos a semana toda arrumadas para trabalhar, por que ter que ficar totalmente montada num sábado a tarde ou domingo de manhã?

Sinceramente, acho isso um completo despropósito. Se estamos com um compromisso mais sério, okay é até justificável um visual mais bacaninha. Agora, para passear no parque, dar uma volta no shopping, brincar no playground, para tomar um sorvete ou mesmo para fazer as compras no supermercado, certamente um look mais natural e confortável é a melhor pedida.

Fico me questionando se foi a maternidade que me mudou nesse aspecto ou se foi a maturidade…talvez os dois!

 

Poder Feminino que deixo para os dias de trabalho!

 

 

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